Mick Harris: Ex-baterista do Napalm Death não aprova a sonoridade atual da banda
Postado em 27 de janeiro de 2022 @ 11:50 | 124 views


O canal do YouTube HEAVY CULTURE, quando iniciou suas atividades, em 2020, deixou claro seu objetivo: realizar bate-papos informais com nomes seminais do som pesado, focando sempre na música e em detalhes de suas carreiras. No último sábado, dia 22, o staff realizou uma de suas lives mais épicas, com Mick Harris, ex-baterista do Napalm Death. Com quase duas horas de duração, o papo rolou em torno de sua marcante passagem pelo Napalm Death, seus projetos de Industrial e planos futuros. Responsável pelas baquetas dos clássicos “Scum” (1987), “From Enslavement to Obliteration” (1988) e “Harmony Corruption” (1990), os discos mais festejados da instituição britânica, Harris pôde esclarecer algumas dúvidas sobre estes trabalhos, sobretudo seu estilo de tocar e performances ao vivo.

Indagado pela mudança de sonoridade em “Harmony Corruption”, bastante moldada pelo Death Metal da época e influenciado pelo que estava sendo produzido no Morrisound Recording, em Tampa, Flórida, o baterista comentou que a produção do álbum poderia ser melhor produzida, e que trabalhar com Scott Burns foi um grande erro, pois eles gostariam de trabalhar com ele na engenharia de som, e não na produção. Segundo Harris, a produção ficou muito padronizada, e embora a pegada Grindcore ainda esteja lá, a sonoridade ficou mais voltada ao Death Metal. O músico ainda confirmou que Andreas Kisser, do Sepultura, emprestou um pedal de distorção para os integrantes do Napalm Death.

O baterista também deu sua opinião sobre o atual direcionamento musical do Napalm Death, declarando que não aprova o que Shane Embury & cia estão produzindo em termos sonoros, mas afirmou que gostaria de produzir a banda, e que está contente com o fato de ele e o baixista Shane Embury ainda serem amigos.

Para conferir estes e outros assuntos, acesse:

Em fevereiro o HEAVY CULTURE receberá o guitarrista Victor Griffin, músico estadunidense que já integrou o lendário Pentagram e que atualmente segue na linha de frente do Doom Metal com In-Graved, Place of Skulls e Death Row. O bate-papo será realizado em 01/02 às 19h. Em seguida, na sexta-feira, 04/02 às 19h, o canal baterá um papo com Ciero e Fogaça, do Oitão, e no sábado, 05/02, o canal recebe o Into the Strange às 18h. Em 08/02 mais uma live imperdível, com Jack Starr, guitarrista fundador do Virgin Steele e Jack Starr’s Burning Starr, seguido de Paul Arnold, baixista e vocalista do At War no dia 15/02 às 20h.

Créditos da foto: Divulgação

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Categoria: Heavy Culture · News


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