MC Lan apresenta seu lado rock em projeto com músicos do System of a Down e KoRn
MC Lan apresenta “V3NOM Volume 1 – Eclipse”, um projeto de rock experimental que marca uma nova fase em sua trajetória artística. O álbum – lançado pela Som Livre em dezembro – explora as raízes do artista no rock e no metal, dialogando com vertentes como hard rock, heavy metal, nu metal e rock psicodélico, a partir de uma abordagem conceitual e estética inspirada no espírito criativo e revolucionário dos anos 60 e 70.
Ouça o álbum via Spotify:
As colaborações funcionam como parte estrutural do projeto. “V3NOM Volume 1 – Eclipse” conta com a participação de músicos ligados a diferentes vertentes do rock e do metal internacional, como John Dolmayan (baterista do System of a Down) e Ra Diaz (baixista do Suicidal Tendencies e do KoRn), além de artistas de outros campos estéticos, como Bladee (Suécia), Pink Siifu (EUA), Twin Pumpkin (Brasil) e os brasileiros DJ Blakes e Criolo.
O álbum inaugura uma trilogia concebida por MC Lan como um espaço de experimentação contínua, na qual cada lançamento se propõe a explorar uma faceta distinta de sua identidade artística. Neste volume inicial, o artista mergulha no universo do rock a partir de suas múltiplas vertentes, explorando atmosferas pesadas e experimentais. No plano conceitual, o disco se ancora em reflexões de caráter existencial, atravessadas por ideias de ancestralidade, misticismo, espiritualidade e transformação.
“Embora minha trajetória fosse marcada pelo funk, sempre carreguei uma conexão antiga com o rock, o metal, a estética dos anos 50, 60 e 70, além do misticismo e da ancestralidade, elementos que agora decidi, pela primeira vez, trazer totalmente à superfície”, comenta o artista.

“Os feats foram escolhidos pela verdade artística e pela conexão real com a proposta do álbum, não pelo ‘nome’; cada colaborador trouxe algo que eu sozinho não conseguiria expressar. A raiz do projeto é o rock, que sustenta toda a sonoridade, mas sem apagar quem fui até aqui, pequenas pinceladas de funk surgem de forma sutil, quase como uma assinatura rítmica, enquanto o foco permanece no rock, no metal e nas estéticas que eu quis explorar”, finaliza Lan.
O disco destaca um comportamento cada vez mais presente nessa geração, tanto de ouvintes quanto de artistas. Nos últimos anos, nomes do rap e do funk vêm experimentando aproximar trabalhos do rock e do metal, seja pela sonoridade, pela estética ou pela atitude. Essa movimentação revela uma geração menos interessada em rótulos rígidos e mais conectada a linguagens que expressam intensidade, confronto e identidade, elementos historicamente centrais na música pesada.
“A gente vem observando como artistas do rap e do funk passaram a incorporar o rock de forma orgânica em seus trabalhos. Isso aparece na estética de “Xtranho” do Matuê, na MC Taya ao unir funk e rock no que ela chama de fock, e também no Major RD levando para sua obra e shows uma atitude ligada ao rock. É um comportamento cultural evidente”, complementa a Heavy.Future, laboratório que cria e estuda os movimentos do rock e metal brasileiro.
Essa aproximação não é isolada e também aparece em grandes ícones do pop; artistas como Pabllo Vittar, que frequentemente veste camisetas de bandas (como Destruction, Overkill, Immortal, Death e Sarcófago) e exalta a influência do Nu Metal e de bandas como Slipknot em sua formação, e Anitta, que já vestiu uma camiseta do Overkill e explorou o pop-punk em hits como “Boys Don’t Cry”, já sinalizaram que o rock e o metal são fontes vitais de inspiração estética e sonora para a música urbana atual.
Assista ao vídeo de “ROBOCOP – ft. Criolo & John Dolmayan”:
Assista ao vídeo de “SCORPION – ft. Twin Pumpkin”:
Assista ao vídeo de “OZ – ft. Ra Diaz”:
Créditos das fotos: Leandro Ramos
Contatos:
Instagram: https://www.instagram.com/mclan
TikTok: https://www.tiktok.com/@mclanpresidente
YouTube: https://www.youtube.com/@lancruzoficial
Heavy.Future: https://heavy-future.gitbook.io
Assessoria de Imprensa:www.wargodspress.com.br

